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Postado às 8:14 de 29/09/2014
por Dr Roberto Elias
em Câncer de Laringe, Dr Roberto Elias


 
1 – USO DE CIGARRO E ÁLCOOL
O uso de cigarro é o principal fator de risco não apenas para os tumores de laringe, mas para todos os tumores de cabeça e pescoço (lábio, língua, gengiva, palato duro e mole, amígdalas, seios paranasais e hipofaringe). Mesmo pessoas que fumam charutos, cigarrilhas, cigarros de palha e de maconha apresentam um alto risco para desenvolver esses tipos de tumores.

Acredita-se que o fumante passivo também tem um risco elevado de desenvolver essa doença, porém estudos estatísticos são necessários para comprovar essa teoria.
O consumo moderado ou pesado de álcool contribui também para o aparecimento desses tumores, e quando o alcoolismo é associado ao tabagismo, o aumento do risco é exponencial.
 
2 – DESNUTRIÇÃO
Ainda não se sabe o motivo pelo qual a deficiência de nutrição colabora para o desenvolvimento de tumores de cabeça e pescoço. Pacientes alcoólatras frequentemente apresentam deficiência de várias vitaminas, sendo essa a principal razão para esses pacientes apresentarem câncer de cabeça e pescoço.
 
3 – PAPILOMAVÍRUS HUMANO
Existem vários tipos de papilomavírus humano com potencial oncogênico, porém os mais frequentemente encontrados nos tumores de cabeça e pescoço são os tipos 16 e 18.
O contágio desses pacientes geralmente acontece através de relações sexuais.
 
4 – SÍNDROMES GENÉTICAS
Anemia de Fanconi e Disceratose congênita podem favorecer o aparecimento de tumores de cabeça e pescoço principalmente em pacientes jovens.
 
5 – RAÇA
Os tumores de cabeça e pescoço em geral são mais comuns em afro-americanos e brancos, e menos comuns em pacientes de raça amarela.
 
6 – IDADE
Mais da metade dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço apresentam idade superior a 65 anos.
 
7 – REFLUXO GASTRO ESOFÁGICO
A presença dessa doença poderia favorecer o aparecimento de tumores de hipofaringe e laringe.
 
8 – SEXO
Os tumores de laringe são mais comuns em homens do que em mulheres. Isso pode ser explicado pela maior frequência de tabagismo e etilismo entre pacientes do sexo masculino.
 



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