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Postado às 9:24 de 14/06/2013
por Dr Roberto Elias
em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia de Tireóide, Dr Roberto Elias, Lesões Orais, Tratamentos


 
Para formar-se um cirurgião de cabeça e pescoço é preciso que o médico conclua dois anos de especialização em centros formadores da área, sendo graduado anteriormente em cirurgia geral. A cirurgia de cabeça e pescoço, também conhecida como cirurgia cérvico-facial visa o tratamento de lesões tanto malignas como benignas, presentes na região.
 
Dentre as estruturas do pescoço e cabeça, o cérebro, coluna cervical e medula espinhal não são de trato do profissional de cabeça e pescoço, mas sim do neurocirurgião. As principais áreas de atuação do cirurgião são laringe, orofaringe, hipofaringe, nariz e fossas nasais, seios paranasais, glândulas salivares, cavidade oral, tumores de tecidos moles do pescoço e do couro cabeludo e com maior frequência problemas ocorridos nas glândulas tireóide e paratireoides.
 
Considerada como uma ramificação da oncologia, a Cirurgia de cabeça e pescoço designa ao profissional a realização da prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças que acometem esta parte do corpo, um dos procedimentos mais realizados pelo cirurgião é a endoscopia, seja ela em consultório ou em ambiente hospitalar é necessária para o diagnóstico e estadiamento de lesões malignas nas vias aerodigestivas superiores.
 
Posteriormente ao diagnóstico da patologia apresentada pelo paciente e contatada a necessidade da realização da cirurgia, o cirurgião de cabeça e pescoço está apto a realizar procedimentos como: Tireoidectomias, paratireoidectomias, ressecção de tumores das glândulas salivares, ressecção dos linfonodos cervicais, ressecção de tumores na boca, laringe e faringe, retirada de tumores no maxilar, mandíbula e órbita.
 
Os tratamentos realizados em pacientes adultos se dão em sua maioria devido a tumores malignos ou benignos, já em crianças há predominância pela ocorrência de anomalias congênitas.



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